Primavera Sound Porto 2018



  • Adorava ter ido/ir aos artistas acima mencionados (os grandes Wire também vêm cá), mas são concertos que ainda magoam a carteira, e tiveram que ficar de lado. Paul Jacobs na ZdB também deve ter sido porreiro.

    6ª e Sábado lá seguirei para o SBES, se Deus quiser.



  • @belarmino os palpites da Blitz sempre foram muito voláteis...agora afinal os New Order tocam é no Alive...

    https://blitz.sapo.pt/principal/update/2018-11-26-Agente-Infiltrado-New-Order-desviados-para-o-NOS-Alive

    Fui pesquisar os palpites deles e...poucos são os acertos.

    Em 2014, diziam que Fleetwood Mac tocavam em Portugal. Ainda estamos à espera.

    Em 2013, que os U2 tocavam em Portugal em 2015. Vieram com 3 anos de atraso.

    Em 2015, que tocavam em Portugal em 2016. Vieram com 2 anos de atraso.

    Em 2011, que Motley Crue tocavam em Portugal em 2012. Ainda estamos à espera.

    E por ai a fora.

    Sinceramente, não sei dizer se lhes pregam partidas, se são eles que se deitam a adivinhar...



  • @PdC como foi o Super Bock em Stock?



  • @Belarmino, viva! Por motivos pessoais, acabei por não conseguir ir na Sexta, fui apenas no Sábado. Muito menos gente do que em 2017, menos material publicitário, pulseiras muito provavelmente recicladas dos primeiros anos do SBES... Um episódio que me encanitou em particular foi ter ido comer uma pizza à Cantina Baldracca do S. Jorge e terem-me obrigado a beber um copo de vinho naqueles copos de plástico de festival, pelo qual tive que pagar 1 euro extra e não pude devolver. Uma novidade e uma palhaçada.

    Quanto à música:

    • Cavalheiro na Garagem da EPAL foi giro (quem começa concertos com o instrumental da This Is Hardcore merece tudo). Belas letras em português, mesmo não sendo o melhor sítio do mundo para ouvir vocais. Pena sermos tão poucos;
    • Lo-Fang no Palácio da Independência durou 10 minutos pelo desconforto e calor que estava e por aquilo não me puxar grande coisa (um bacano com uns óculos de ski na cara a tocar violoncelo e a cantar sobre o histórico do browser da namorada);
    • Charles Watson no São Jorge foi fofinho, correu bem;
    • U.S. Girls era a minha grande expectativa, amo o Half Free, e em doses menores o disco deste ano. Cheguei 10 minutos antes e fiquei a um braço das grades, acho que nunca me tinha acontecido. A grande Lia Pereira faz justiça ao concerto (https://blitz.sapo.pt/principal/update/2018-11-25-No-Super-Bock-em-Stock-as-U.S.-Girls-so-quiseram-divertir-se), foi na verdade uma performance desligada do público, mas há ali muito talento e vontade de fazer diferente, para aí desde The Knife em PdC que não tinha sentimentos tão ambivalentes sobre um espectáculo. No fundo tem ideias a mais e a coisa sai confusa. A banda que a acompanhava tinha óptimos músicos, mas gosto mais das versões despidas, acho que é uma artista que funciona melhor em modo ZdB (onde aliás acabou por ir no dia seguinte, embora que com 8 em palco aquilo deve ter sido uma confusão);
    • Como cancelaram Dream Wife em cima da hora (problemas com o passaporte de uma delas) e eu estava meio constipado acabei por me ir embora e perder Jungle, a que já tinha tido direito em Agosto. Mas diz que foi bom.


  • @PdC tiveste um festival atribulado :/

    U.S. Girls nunca prestei muita atenção, especialmente depois de as ter visto no Porto em 2015, talvez? A descrição que fazes (e a Blitz), é essa mesma. Apresentação confusa. Mas...

    Jungle tive uma amiga que foi e parece que falhou a luz duas vezes, uma mais demorada que outra. Diz que estava a ser bom, mas o clima esfriou um pouco.

    Sinceramente este ano o cartaz não me apelava (e também não tive paciência para o estudar, até porque o ano já vai longo e o dinheiro disponivel cada vez menor...). Mas é um conceito que gosto muito (e agora que dizes, também fiquei com ideia de que o orçamento disponivel terá baixado...).



  • @belarmino essa de falhar a luz é chunga. Também gosto muito do conceito, 40€ na primeira vaga continua a ser bom negócio tendo em conta a qualidade de boa parte das salas e o económico que é a parte dos comes e bebes poder ser feita na rua (obrigado Flor da Anunciada e Beira Gare). Não foi claramente um ano vintage, porém. O tempo também não ajudou, valha a verdade.



  • @PdC resumindo, parece que teremos IVA a 6% já a partir de Janeiro, e sem excepções. Agora sempre quero quem vai reflectir a descida nos preços...

    https://blitz.sapo.pt/principal/update/2018-11-28-Festivais-de-musica-com-IVA-a-6-ja-em-janeiro





  • Ipsilon cada vez mais indigente (a Pic-Nic organiza o Primavera, não Paredes de Coura...), mas sublinha-se o compromisso. Ainda bem:

    https://www.publico.pt/2018/11/29/culturaipsilon/noticia/reducao-iva-passes-festivais-verao-podem-descer-seis-dez-euros-2019-1852920



  • Cartaz Primavera Sound Barcelona 05.12.2018, 16:00h na Radio Primavera Sound.

    e Porto? a história indica que deverá sair no máximo em 3 semanas. Considerando o período de Natal, provavelmente entre os dias 18 a 21 de Dezembro.



  • @dELUXE sim, é bem provável que seja por volta dessas datas. Em 2017 acho que foi nessa altura, com aquele video pelo Porto.



  • @belarmino, sim, o Cartaz de 2017 saiu a 20.12.2016, e nesse ano o Cartaz de Barcelona saiu a 30.11.2016.



  • @dELUXE até arriscaria que este ano o lapso temporal será menor, para apanhar a compra dos presentes de Natal em todo o seu esplendor.



  • @PdC @dELUXE vamos a ver. Amanhã já se terá uma ideia do que esperar da edição deste ano. Sinceramente, não sei mesmo o que nos espera. Outros anos havia sinais dos nomes grandes que estariam. Este ano...nem ideia. O que pode ser muito bom, ou então mau sinal...a ver.



  • Cartaz Barcelona 2019 -> https://youtu.be/tolnCa60Lxc



  • Anunciar em Dezembro era uma bom forma de vender mais packs para o Natal, mas acredito mais no anuncio para Janeiro



  • @belarmino ahahahahaha a Blitz no seu melhor. Afinal os New Order tocam é em Paredes de Coura!! Isto é a deitar nomes para o ar...algum acabam por acertar!!

    A verdade é que Paredes este ano está a lançar nomes mais cedo do que o habitual (minha impressão) e está a ficar bem catita.